os dias de norma jean

Ícone de Hollywood e sex symbol da década de 50, Marilyn Monroe nasceu em Los Angeles a 1 de Junho de 1926 como Norma Jean Mortensen. Resgatada de uma vida de pobreza e miséria, Norma Jean vislumbra as primeiras centelhas da ascensão ao estrelato quando, depois de pintar o cabelo de louro platinado, começa a trabalhar como modelo pinup para uma empresa de fatos de banho...

terça-feira, setembro 26, 2006

Pé de dança

"Rides The Subway" é um EP com cinco músicas electrizantes dos nova-iorquinos Professor Murder. Keep thinking. Start dancing.

domingo, setembro 24, 2006

Férias

Já vai sendo tempo de pensar... e decidir sobre o destino das próximas férias (Carnaval...esperemos)! Visitem os USA aqui.... dá para ter uma ideia do perfil de cada Estado.

sábado, setembro 16, 2006

United we stand

Quem me conhece sabe o quanto me fascina a América! Vi há pouco o “United 93”. Em jeito de documentário, o filme mostra, num ritmo de aceleração crescente, as trajectórias dos quatro aviões que fizeram a trágica história do 11 de Setembro de 2001, em especial do voo 93, que se dirigia ao Capitólio, em Washington DC. “Célula de Hamburgo” é um excelente complemento deste filme, pois mergulha na vivência dos terroristas (as suas dúvidas, as suas famílias, os seus valores), mostrando a preparação que decorreu nos anos anteriores ao atentado. É impossível não me sentir um pouco americana, sobretudo porque nessa manhã fatídica, há cinco anos atrás, visitava os Estados Unidos pela primeira vez. Tínhamos percorrido a costa desde Los Angeles e eu preparava-me para me deixar seduzir por São Francisco. “A partir desse dia nada seria igual!” – dizia o jornalista…e hoje sabemos quanto de verdade encerra essa afirmação. Para começar, ficamos mais uma semana do que o previsto…todas as fronteiras terrestres e aéreas estavam encerradas…

quinta-feira, setembro 14, 2006

Sete luas

Há noites que são feitas dos meus braços e um silêncio comum às violetas e há sete luas que são sete traços de sete noites que nunca foram feitas Há noites que levamos à cintura como um cinto de grandes borboletas. E um risco a sangue na nossa carne escura duma espada à bainha de um cometa. Há noites que nos deixam para trás enrolados no nosso desencanto e cisnes brancos que só são iguais à mais longínqua onda de seu canto. Há noites que nos levam para onde o fantasma de nós fica mais perto: e é sempre a nossa voz que nos responde e só o nosso nome estava certo. Natália Correia

terça-feira, setembro 12, 2006

In(satisfação)

Só os inteligentes são insatisfeitos... e só os tolos felizes. Foto: Instalação "Paradise", Kate Just

Choque matinal

A semana não podia ter começado pior. Multa grave na baixa pouco passava das nove da manhã. E ainda com direito a sirenes da bófia no meu encalço. Quase me senti o Clint Eastwood num filme do Dirty Harry. Será que não podiam ser mais discretos!!!??? Depois pensei, a vida de polícia não deve ser fácil. Sempre a dar más notícias e ainda assim são constantemente assediados. Como é que eles se sentirão depois de deixar uma alma destroçada logo na segunda-feira à primeira hora? Foto: a primeira da série I. Alex

sábado, setembro 09, 2006

Happy Saturday

"In case we die" (2005) dos australianos Architecture in Helsinki é um concentrado de felicidade pop, um albúm fabuloso que combina na perfeição com o meu dia preferido, sábadoà tardecheiodesol.

quinta-feira, setembro 07, 2006

Seven

Dia 7 de Julho de 2007, sete novas maravilhas do mundo serão anunciadas. Os vinte e um monumentos candidatos fazem já parte da parte da história e cultura universais. Os votos para os sete magníficos estão a decorrer em http://www.new7wonders.com. Qual é o vosso favorito?

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quarta-feira, setembro 06, 2006

Precipitação

O instinto espontâneo e impulsivo trouxe-me algumas alegrias e outros tantos dissabores nos últimos tempos. Puro acaso. Uma vontade ou acto menos reflectido é o bastante para colocar o espírito exposto ao risco de queda livre com direito a mazelas mais ou menos graves. Nesse exacto momento, em que nos lançamos involuntariamente sobre o abismo, habitamos o limbo do drama existencial. Num mesmo instante, coexiste a ilusão de um momento que já passou e a dor que se adivinha. Mas, mesmo em slow motion, o filme já vai longe e a narrativa é irreversível. Resta acreditar que nenhuma caída me deixe incapaz de continuar a correr ao sabor da espontaneidade e da transparência dos afectos. Foto: ‘Stairs’ de Kerry Skarbakka.